OAB divulga resultado preliminar da prova objetiva do Exame de Ordem 2010.3

Já é possível consultar o resultado da prova objetiva do terceiro Exame de Ordem da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil) de 2010. A prova foi aplicada no dia 13 de fevereiro para 106.825 bacharéis em direito. Pela primeira vez, o exame teve questões sobre direitos humanos. Veja o resultado:

Resultado preliminar da prova objetiva do exame 2010.3 



Os candidatos reprovados podem entrar com recurso contra o resultado preliminar pelos endereços http://oab.fgv.br, http://www.oab.org.br ou pelos endereços eletrônicos das seccionais da OAB, e seguir as instruções do Sistema Eletrônico de Interposição de Recurso, das 0h de 25 de fevereiro às 23h59 de 28 de fevereiro (horário oficial de Brasília/DF).

Segundo a ordem, o candidato deve ser claro, consistente e objetivo em seu pleito. Recurso “inconsistente ou intempestivo” será indeferido. O resultado final da prova objetiva após a interposição de recursos está previsto para ser divulgado em 16 de março.

A prova prático profissional está prevista para ser aplicada em 27 de março, das 14h às 19h (horário oficial de Brasília/DF) e terá duração de 5 horas. Os locais de realização do exame serão divulgados em 21 de março.

O número de inscritos para este exame foi ligeiramente menor que o da segunda prova de 2010, que recebeu 106.941 candidatos. A reprovação foi alta nessa etapa: na segunda fase, para a qual haviam sido convocados 46 mil bacharéis, 30,9 mil (65,87% do total) não conseguiram aprovação.

Polêmica

O teste, obrigatório para quem pretende exercer a profissão, ficou marcado na segunda edição por problemas no acesso aos resultados e uma guerra judicial.

No 2º exame de 2010, realizado no dia 14 de novembro, houve lentidão no site da FGV (Fundação Getúlio Vargas), aplicadora da prova, o que levou a sucessivas prorrogações do prazo de divulgação do desempenho dos candidatos. Isso influenciou também o período para recursos.

Além disso, a Justiça chegou a decidir que o exame era inconstitucional e que dois candidatos poderiam tirar o registro sem a prova. A decisão acabou derrubada. O Ministério Público entrou com representações no Ceará, no Distrito Federal e em Goiás contestando a prova. Um juiz chegou a determinar a recorreção do exame.

Cavalcante diz que esses problemas não ocorrerão dessa vez. “Tenho que tranquilizar a todos. Erros acontecem, infelizmente. Dentro daquele momento, de Enem [Exame Nacional do Ensino Médio], de mudanças de paradigmas, gerou uma inconformação muito grande. Mas nós trabalhamos muito com a FGV para que os erros não voltem a se repetir.”

Fonte: UOL Educação

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