XXI Conferência Nacional dos Advogados

Veja os autores que estiveram presentes na XXI Conferência Nacional dos Advogados: Alfredo de Assis Gonçalves Neto, Arnoldo Wald, Bruno Miragem, Clèmerson Merlin Clève, Eduardo Talamini, Flávia Piovesan, Francisco Rezek, Gilmar Mendes, Gustavo Tepedino, Ives Gandra da Silva Martins, José Miguel Garcia Medina, Luis Roberto Barroso, Luiz Edson Fachin, Luiz Guilherme Marinoni e Maria Berenice Dias

Iniciada no último domingo (20/11), e com término determinado para o dia 24 de Novembro, a XXI Conferência Nacional dos Advogados discute temas atuais do direito brasileiro, dentre eles, casamento entre pessoas do mesmo sexo; o novo código florestal; mudanças nos códigos de processo penal e civil e reforma política.

Abaixo a matéria sobre o evento, veiculada no Jornal Nacional, em 21/11:

Encontro organizado pela OAB discute questões do direito brasileiro

Um encontro em Curitiba, organizado pela Ordem dos Advogados do Brasil, discute os principais temas do direito brasileiro.

É como se fosse uma enorme Faculdade de Direito. Na plateia, são sete mil pessoas: estudantes e profissionais. À frente, quase 200 palestrantes, incluindo ministros dos principais tribunais do país.

A conferência é a oportunidade para se ouvir juristas, ministros que normalmente falam nos tribunais, e que nas palestras estão tratando dos temas mais importantes e polêmicos do direito brasileiro. Estão em pauta: casamento entre pessoas do mesmo sexo, o novo código florestal, mudanças nos códigos de processo penal e civil e reforma política.

O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Ricardo Levandowski, defendeu que as propostas para a reforma política sejam vistas com cautela. “Nós temos hoje um processo eleitoral q funciona razoavelmente bem. É preciso muito cuidado quando se fala em reforma política e reforma da legislação eleitoral”, afirmou.

O direito a todo tipo de liberdade, entre elas a religiosa e a de imprensa, foi o assunto que reuniu mais pessoas no primeiro dia de debate. “É como se houvesse um cordão umbilical entre a imprensa livre e a democracia. Se esse cordão for cortado, as duas morrem”, afirmou Carlos Ayres Britto, ministro do STF.

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